Febre amarela: viajantes devem tomar dose padrão da vacina para tirar certificado internacional

febre amarela
Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (Reprodução/Anvisa)

Quem vai viajar para áreas que exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), precisa tomar a dose padrão da vacina contra febre amarela, não a fracionada.

Assim como os viajantes, se enquadram nesse grupo crianças de nove meses a menores de dois anos, gestantes e pessoas com condições clínicas especiais (como HIV, fase final de tratamento de quimioterapia etc).

Importante: na hora da vacinação contra febre amarela, é imprescindível apresentar uma comprovação da viagem para fora do país (passagem aérea, por exemplo) a fim de receber a dose padrão. E não será emitido o certificado para os que mostrarem comprovante com etiqueta de dose fracionada. Nem adianta insistir.

Países da África e também Panamá, Nicarágua, Venezuela, Cuba e Colômbia, entre outros, determinam que o turista tenha o CIVP. Fui recentemente para a África do Sul e me cobraram o papel já no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Já para a Colômbia, não pediram. É tudo muito incerto, sem regras tão bem definidas. Minha dica é, claro, não arriscar.

Por fim, vale lembrar que as vacinas contra febre amarela atingem a proteção esperada em determinado período. Ele pode variar de dez dias a seis semanas, de acordo com a Anvisa. Então, deixar tudo para cima da hora só vai causar dor de cabeça. Programe-se!

E uma questão de ordem prática que pode soar boba, mas é melhor ficar atento: o papel é pequeno e, por isso, rola perder facilmente. Deixe dentro do passaporte e não terá problemas.

 

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